Novo relatório
Conselheiros e consultor apresentam relatório de contas referentes ao 2º semestre de 2005
Representantes dos Conselhos Deliberativo e Fiscal participaram, no dia 25 de maio, de uma reunião com o consultor de gestão financeira da Assimétrica Consultoria, Clidenor de Moura Lima Júnior. Durante o encontro, ele apresentou o relatório de contas da Fundação referentes ao segundo semestre de 2005.
Exigida pela SPC através da Resolução Nº 13, essa prestação de contas é de responsabilidade do Conselho Fiscal, que vem atualizando seus conhecimentos com a ajuda do consultor da Assimétrica. O Conselho se manifesta semestralmente em quatro itens: Política de Investimento, Execução Orçamentária, Premissa e Hipótese Atuarial e Controle Interno. Essa atuação vem promovendo mudanças na forma com que a entidade se comunica, e estabelece medidas para ter controles internos que efetivamente funcionem e para monitorar risco.
Na área de Política de Investimento, o conselho analisa a aderência, os limites, a rentabilidade, os custos envolvidos, a qualidade da gestão e os riscos; enquanto na Execução Orçamentária são observadas a elaboração do orçamento em si e as eventuais discrepâncias tanto a mais quanto a menos. Já a Premissa e Hipótese Atuarial faz um levantamento da evolução das reservas matemáticas, se elas estão adequadas às especificidades da Fundação, inclusive no controle das distribuições seja de participantes, patrocinador ou auto financiado. O Controle Interno verifica a parte de Governança Corporativa, dos controles efetivamente que ocorre dentro da Fundação em todos os setores, observando os manuais que vão permitir que se tenham os referenciais pra consulta e pra aprendizado, seja ele um manual de procedimento, de risco, ou ainda código de ética, estatuto, regulamento, todas essas peças que contribuem para que as pessoas tenham referencial e limite para que possam desempenhar melhor suas funções.
Futuro melhor
“Os Controles Internos vão promover uma melhor comunicação entre departamentos, ou seja, Conselhos Deliberativo e Fiscal, e Diretoria Executiva, fazendo com que as pessoas trabalhem de forma mais eficiente, o que em longo prazo se traduz em mais segurança para os participantes, para que a Fundação faça o que se propõe, ou seja, garantir uma aposentadoria digna”, declara o consultor.
Segundo Clidenor de Moura, esse trabalho é um processo que não tem fim. “É constante a participação do Conselho Fiscal, que não se resume a essa peça, existem outras atribuições em outras especialidades. O Conselho vem cumprindo o papel dele e vem se manifestando através desses pareceres”, afirmou o consultor falando ainda que a partir desses resultados, a entidade toma as medidas cabíveis seguindo as orientações do Conselho.
* Este texto é fruto das atividades de estágio da estudante de jornalismo Andrezza Tavares. Sua produção foi supervisionada pela jornalista Clarissa Veiga.