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Nova Regulação de Investimentos é tema de curso promovido pela Faceal

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por comunicacao publicado 02/08/2018 20h31, última modificação 02/08/2018 20h40

 

Nos dias 01 e 02 de agosto, diretores, conselheiros e colaboradores da Faceal participaram do treinamento In Company Desenvolvimento de Dirigentes de EFPC – Nova Regulação de Investimentos de EFPC, ministrado pelo professor Amable Zaragoza, Mestre em Direção e Gestão de Planos e Fundos de Pensão. O curso promovido pela Fundação Ceal de Assistência Social e Previdência consistiu na realização de uma análise da Resolução CMN Nº 4.661/2018 e apontou ações que devem ser direcionadas para adequação desta Entidade Fechada de Previdência Complementar (EFPC) à nova regulação.

Foram vistas as principais alterações da legislação; os impactos sobre o processo de gestão de investimentos das EFPC's; as responsabilidades decorrentes da nova regulamentação, inclusive do comitê de investimentos; o comitê de riscos; o administrador de riscos; as políticas de investimento; as práticas de adequação das rotinas ao normativo; os controles internos; as vedações e suas exceções, dentre outras abordagens importantes.

Com o passar do tempo, temas ligados às EFPC’s tornaram-se cada vez mais complexos, daí a importância de gestores, conselheiros e colaboradores dessas organizações estarem permanentemente atualizados, o que refletirá numa boa gestão tanto das entidades como dos planos de benefícios. Cada vez mais a FACEAL prima pela formação e aperfeiçoamento técnico dos seus colaboradores. Atendendo à regulamentação do setor, seus dirigentes já possuem as certificações profissionais compatíveis com suas atividades e responsabilidades, o que proporciona mais segurança aos participantes da Fundação.

Para manter a excelência do seu trabalho, todos os anos a FACEAL proporciona aos seus dirigentes, conselheiros e colaboradores cursos in company, ministrados pelos melhores profissionais do mercado na área de Previdência Complementar Fechada.

“Fazemos questão de promover esses pequenos cursos para diretores, conselheiros e colaboradores com o objetivo de estarmos sempre atualizados sobre as novas leis e normativos que regem as Entidades Fechadas de Previdência Complementar”, enfatizou o diretor-presidente, Ricardo Melo.

Leonardo Ferraz Gominho, assessor da Diretoria-Executiva da FACEAL, lembra que as diretrizes de aplicação dos recursos garantidores dos planos administrados pelas EFPC’s estavam postas na Resolução do Conselho Monetário Nacional (CMN) Nº 3792, de setembro de 2009, revogada pela Resolução que foi objeto do Curso. “Passados nove anos, o CMN entendeu que chegou o momento de aperfeiçoar o regulamento, de corrigir alguns pontos, de esclarecer outros, de ressaltar a importância, na gestão dos recursos dos planos de previdência, dos princípios de segurança, rentabilidade, solvência, liquidez, adequação à natureza das obrigações e transparência. Com a nova regulamentação, teremos que rever e adequar nossas políticas de investimentos, nosso Manual de Gestão de Investimentos, o Manual de Governança Corporativa e, principalmente, nossos controles de risco”, esclareceu.

Para o professor Amable Zaragoza, qualquer tipo de movimento de capacitação é sempre muito importante e interessante porque vai repercutir na melhoria de benefício, numa maior qualificação técnica para realizar os investimentos, para se ter benefícios melhores e mais seguros, afinal, trata-se de recursos que vão garantir a vida futura das pessoas.

“Esse cuidado e atenção da diretoria e dos conselheiros em promover esse evento, a participação maciça, mostram que a Faceal está no caminho certo. Mesmo com restrições orçamentárias e com todo controle de custo que a gente tenta ter sempre, estamos fazendo algo que é positivo e que vai repercutir no futuro com maior segurança, melhor qualidade das aplicações dos recursos dos fundos de pensão”, ressaltou o professor Zaragoza, acrescentando que o curso tratou de uma nova regulamentação de investimentos que traz uma série de componentes de aperfeiçoamento, de cuidados e controles que passam a ser exigidos das fundações.