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Faceal promove curso sobre Autorregulação em Governança de Investimentos

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por comunicacao publicado 19/10/2018 10h31, última modificação 19/10/2018 10h31

 

 

Nos dias 04 e 05 de outubro, diretores, conselheiros, membros do Comitê de Investimento e colaboradores da Faceal participaram do curso In Company sobre Autorregulação em Governança de Investimentos, ministrado pelo professor Amable Zaragoza Neto. O objetivo do curso foi trazer explicações sobre a análise dos dispositivos e adesão ao Código de Autorregulação da ABRAPP/SINDAP/ICSS, dos requisitos da autorregulação e das ações necessárias para adequação ao código.

Das mais de 300 entidades ativas no sistema, a Faceal integra o grupo de apenas 54 que já aderiram ao Código de Autorregulação. Segundo Amable Zaragoza, essa adesão constitui-se grande avanço para nossa entidade. Após receber o certificado de adesão, a Faceal partirá para a obtenção do selo, que atesta o cumprimento de todos os requisitos do código.

“O Código de Autorregulação é um diferencial de qualidade da gestão e, principalmente, um diferencial da atitude do corpo de gestão, que está preocupado em cumprir não apenas o básico, mas sim cumprir as regras e as melhores práticas com o objetivo de fazer bem feito e com toda a transparência. Buscar a adoção das melhores práticas é o grande mote que estamos observando na Faceal; aqui se percebe a preocupação constante em qualificar o pessoal, melhorar o processo, e tudo isso leva aos melhores resultados”, enfatizou o palestrante, ressaltando ainda que a Fundação tem, historicamente, uma rentabilidade superior às suas metas, o que mostra que o trabalho vem dando certo.

Amable explicou ainda que, mesmo com a adesão ao Código de Autorregulação em Governança de Investimentos, o que significa que a entidade se compromete a adotar as boas práticas, é necessária a melhoria contínua no desenvolvimento dos seus processos. “Mais que a adesão, é muito importante o compromisso que a Fundação assume de continuar aperfeiçoando-se. E é isso que a Faceal está fazendo, capacitando seu corpo técnico e dirigentes para ir muito além do mínimo”, avaliou.

O presidente da Fundação, Ricardo Melo, contou que o curso serviu para orientar os órgãos de governança da entidade sobre o que é a autorregulação e fazer uma aprofundamento de conhecimento sobre o que essa adesão representa para a Faceal e também sobre a importância do selo que a Fundação irá buscar. “O curso veio para preencher essa lacuna de conhecimento da governança sobre esses procedimentos.”

Ricardo Melo explicou ainda que para a Faceal estar apta a aderir ao Código de Autorregulação em Governança de Investimentos precisou ajustar uma série de documentos visando ao cumprimento integral das obrigações previstas no referido código. O próximo passo é a obtenção do selo de governança em investimentos, chancela destinada às entidades que comprovarem 100% de adesão aos princípios e exigências contidos no código. “Apenas 54 das quase 320 entidades fechadas de previdência complementar existentes no país efetuaram o pedido adesão ao Código de Autorregulação e a Faceal hoje integra esse grupo, o que significa dizer que nós estamos à frente de quase 250 entidades que ainda não têm documentação suficiente para sequer solicitar a sua adesão”, frisou.

 

ADESÃO

No último mês de julho, a Fundação de Assistência Social e Previdência recebeu da Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (Abrapp), do Sindicato Nacional das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (Sindap) e do Instituto de Certificação Institucional dos Profissionais de Seguridade Social (ICSS) o Atestado de Adesão ao Código de Autorregulação em Investimentos.

O Código de Autorregulação em Governança de Investimentos consiste no estabelecimento de princípios e regras que devem ser observados pelas Entidades Fechadas de Previdência Complementar (EFPC) que a ele aderem, e tem como objetivo colaborar com o aperfeiçoamento das práticas de governança de investimentos, mitigar a percepção de riscos existentes e contribuir para o desenvolvimento sustentável da Previdência Complementar Fechada do país, favorecendo, sobretudo, os participantes, beneficiários e patrocinadores.