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Um aposentado na Diretoria Comercial da Ceal

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por admin publicado 23/06/2016 04h20, última modificação 26/12/2005 00h00

 O engenheiro aposentado da Ceal Jackson Pacheco, que assumiu a Diretoria Comercial da instituição desde o dia 14/09/2005, fala sobre a importância da Faceal na vida dos assistidos e quais suas perspectivas com relação a Fundação, para que ela venha crescer e ganhar maior notoridade no ranking nacional.

- A Faceal completa este mês 30 anos de existência. O primeiro fundo de pensão instituído em Alagoas passou por algumas dificuldades nos primeiros anos de sua existência. Hoje é uma das mais equilibradas instituições de previdência fechada do país. Como o senhor avalia a trajetória dessas três décadas da fundação?
Jackson Pacheco – Eu acompanhei todo o processo de criação da Faceal desde a sua fundação, como sócio-fundador, e minha avaliação é que a trajetória da Faceal é vitoriosa, pois passamos por diversas fases difíceis, mas foram todas superadas. Hoje, a Faceal realmente atende ao que ela se propôs.
 
- O que o senhor tem a destacar na trajetória da fundação?
Jackson Pacheco – Tenho que destacar a luta dos seus associados para torná-la vitoriosa, a seriedade como ela vem sendo conduzida há alguns anos e principalmente, agente sente que a direção da Faceal tem um objetivo que é propiciar o bem-estar de seus associados e isso temos que destacar, pois é muito importante.
- O que representa um fundo de pensão na vida do trabalhador?
Jackson Pacheco – Na minha visão o fundo de pensão representa a garantia que o trabalhador brasileiro tem de ter um futuro digno, pois se fossemos depender apenas da previdência oficial tenho certeza que teríamos um futuro ruim e a Fundação é a certeza que temos de um futuro digno.
- A Faceal é um patrimônio que pertence aos seus participantes. O senhor é um deles, na condição de assistido. Considera-se satisfeito com o seu fundo de pensão ou tem alguma sugestão a fazer para que ele seja mais atrativo e competitivo no ranking nacional da previdência complementar?
Jackson Pacheco – Eu me sinto satisfeito, mas tenho um reparo a fazer, que aliás, é uma luta nossa e também da direção atual da Ceal, que é a mudança do reajuste. Hoje, o nosso reajuste está atrelado ao acordo coletivo dos nossos ativos e o que a gente pretende é que tenha uma mudança por um índice de correção nacional, enfim, é isso que estamos precisando que aconteça para dar mais segurança aos assistidos.